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Conheça o Fênix, supercomputador da Petrobras entre os maiores do mundo

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Entre os 150 mais rápidos do mundo, Fênix roda Linux e conta com mais de 12 mil processadores Intel Xeon

O supercomputador Fênix da Petrobras é o mais poderoso da América Latina para processamento geofísico e está na 142ª posição do Top500, lista que mostra os 500 maiores computadores do mundo e que é atualizada a cada semestre. Formado por 48.384 núcleos de processamento e um total de 55.296 gigabytes de memória, a máquina deve diminuir o tempo de processamento dos algoritmos de simulação da Petrobras em quatro vezes, se comparado com outras tecnologias dentro do parque tecnológico da petroleira.

O computador foi fabricado pela francesa Bull, roda Linux e opera a partir de hardware de Intel e Nvidia.

O Fênix, que entrou em operação em março, é usado pela Petrobras para realizar processos de simulação geofísica rodando em um ambiente Linux (em específico, a distribuição CentOS). Nesses testes, o computador usa uma série de leituras sísmicas coletadas tanto no fundo do mar como na terra.

Essas leituras são processadas nos algoritmos de análise da empresa para criar uma imagem mais clara do que se esconde abaixo da superfície. As simulações permitem que os técnicos antecipem a configuração das camadas mais profundas do subsolo, criando um modelo completo, que indica onde pode existir petróleo, mas também qual é o aspecto dos diversos níveis do solo que precisam ser perfurados. De acordo com a Petrobras, esses dados aumentam a eficiência da prospecção de riquezas e também contribuem para a diminuição de riscos de acidentes na hora de realizar intervenções.

Essas leituras são processadas nos algoritmos de análise da empresa para criar uma imagem mais clara do que se esconde abaixo da superfície. As simulações permitem que os técnicos antecipem a configuração das camadas mais profundas do subsolo, criando um modelo completo, que indica onde pode existir petróleo, mas também qual é o aspecto dos diversos níveis do solo que precisam ser perfurados. De acordo com a Petrobras, esses dados aumentam a eficiência da prospecção de riquezas e também contribuem para a diminuição de riscos de acidentes na hora de realizar intervenções.

Embora os números do Fênix não façam feio, o computador da Petrobras fica longe dos 10 mais poderosos do mundo. O atual recordista é o Summit, localizado no Oak Ridge National Laboratory nos Estados Unidos: formado por 2.414 milhões de núcleos de processamento Power9 da IBM, o Summit tem uma performance estimada na faixa dos 148.600 teraflops.

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